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quarta-feira, 10 de maio de 2017

Descubra quem hospeda um determinado site

Isso não é bem uma notícia, é mais uma dica. Muitas vezes, por qualquer motivo, você gostaria de saber onde determinado site está hospedado, com qual empresa? Fazendo algumas varreduras automaticamente, um site permite descobrir isso rapidinho, em questão de segundos: basta indicar o site e ele traz o resultado.
https://who.is

quarta-feira, 26 de abril de 2017

COMO OCULTAR AS FORMULAS NO EXCEL

O Microsoft Excel é um aplicativo de planilhas eletrônicas que permite calcular e analisar dados de diferentes formas. Por este motivo é utilizado por pessoas de todos os níveis de conhecimento. Permite criar desde uma pequena planilha de custos até grandes projetos como o desenvolvimento de uma aplicação completa no Excel. Para proteger o seu trabalho é possível ocultar as fórmulas da planilha para que ninguém veja ou copie sem autorização.


POR QUE ESCONDER AS FÓRMULAS NO EXCEL 

Quem trabalha com o Microsoft Office Excel está acostumado elaborar cálculos difíceis, que envolvem fórmulas complexas e que exigem concentração e raciocínio. Ao ocultar as fórmulas, a lógica da planilha e a propriedade intelectual do desenvolvedor são preservadas. Esta é uma medida muito importante, pois dificulta uma possível alteração ou cópia não autorizada da lógica existente no projeto.

esconder-formulas-excel

COMO PROTEGER AS FÓRMULAS NO EXCEL 

  • Na guia Início clique em Localizar e Selecionar e em seguida clique em Ir Para. Clique em Especial.
  • Selecione a opção Fórmulas e verifique se todas as caixas estão marcadas. 
  • Clique em OK. O Excel irá selecionar todas as células com fórmulas. 
como-proteger-formulas-excel
  • Com as células selecionadas, clique em Formatar > Formatar Células > Proteção e marque a caixa Ocultas (a caixa Bloqueadas também deve estar marcada). 
  • Novamente clique em Ir Para > Especial e desta vez selecione Constantes. Certifique-se de que todas as opções estejam marcadas. Clique em OK e o Excel irá selecionar todas as células que não contém fórmulas. 
  • Então volte ao menu Formatar > Formatar Células > Proteção e desmarque as opções Bloqueadas e Ocultas.

Desta forma todas as células que contém fórmulas são definidas como ocultas e as células que não contém fórmulas são definidas como desbloqueadas. Mas tudo isso é inútil a menos que a planilha esteja protegida. 

Para proteger a planilha clique em Revisão > Proteger planilha.

proteger-planilha-excel


proteger-planilha-celulas-bloqueadas-excel


Com esta medida o conteúdo da fórmula não estará visível na barra de fórmulas e também não será possível editar o conteúdo das células que contém fórmulas. Se necessário, adicione uma senha de proteção para aumentar a segurança.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Atualizar plug-in windows media player para o Google Chrome



A seguir demostraremos como atualizar o plug-in para do Windows Media Player HTML5 para o Google Chrome.
Acesse o link abaixo.
No item 1 clique em here para baixar o arquivo wmpChrome.crx. Salve na área de trabalho para facilitar a transferência da Extensão para o navegador.
A imagem abaixo informa como acessar acessar os item Extensões pelo navegador Google Chrome.
Para adicionar a Extensão clique e arraste para dentro do navegador.
Vai aparecer uma mensagem perguntando se deseja adicionar a Extensão solicitada, clique no botão adicionar.
Feito isso a Extensão estará pronta para ser utilizada. 

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Baixar Vídeos do Youtube sem Programas

KeepVid é um ferramenta online que permite realizar, de maneira simples, o downloads de vídeos que estejam na internet.

O serviço funciona através de uma página, onde é possível realizar buscas sobre as fontes do vídeo desejado em sites como Vimeo, YouTube, Google Vídeo, DailyMotion, etc. Há opções para realizar o download em diferentes tipos de resolução e formatos de arquivos.
Além dessa praticidade para baixar vídeos, este site ainda conta com um atalho torna ainda mais fácil e rápido o processo de download.

Como funciona

Funcionando como uma espécie de aplicativo online, o KeepVid permite que os usuários façam o download de vídeos em diversos canais de compartilhamento da internet, com opções de resolução e cópias em arquivos no formato 3GP, FLV, MP4, WEBM e MP3.O serviço funciona utilizando a linguagem Java.
É necessário que você escreva o nome do vídeo que deseja buscar ou copie e cole a URL com o endereço do vídeo na lacuna, localizada na parte superior da interface. Feito isso, o site mostrará os links com os resultados do vídeo procurado, ou miniaturas, informando o endereço e o nome do vídeo que buscou.
Você pode escolher e clicar diretamente sobre uma das opções de tamanho da resolução e tipo de arquivo, mostradas logo abaixo das informações do vídeo encontrado. Depois, basta selecionar o que deseja e pressionar o botão “Download”.
O KeepVid também oferece um atalho que torna ainda mais prático o download. Para que ele fique disponível é preciso arrastar uma pequena aba chamada “KEEPVID Bookmarklet”, localizada na parte superior do site, para a sua barra de ferramentas.
Um pequeno botão chamado “Keep it!” aparecerá em sua barra de favoritos, e sempre que você estiver assistindo um vídeo e desejar baixa-lo, basta aperta esta nova opção para que uma janela, com a página do serviço online já com as opções de download disponíveis, seja  aberta.
Acesse Keepvid e faça e download de vídeos da web!


Prós                                 Contras



  • Longa lista de sites suportados
  • Baixa vídeos em diversos formatos
  • Permite a escolha da resolução do vídeo
  • Pode baixar um arquivo MP3 com a trilha do vídeo

  • Fonte: techtudo

  • Depende de JAVA para funcionar
  • Não conta com um player integrado
  • Poderia exibir todas as resoluções do YouTube

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Entenda a superioridade dos teclados mecânicos

Saiba como funciona esse tipo de acessório e descubra por que pode ser uma boa ideia investir na compra de um.


Fonte da imagem: Divulgação/Steelseries
Quando se fala em fazer um upgrade do computador, inevitavelmente trazemos à tona produtos como placas de vídeo, processador e placas-mães. Porém, dificilmente são levados em considerações os acessórios essenciais a uma máquina poderosa, como mouses e teclados, normalmente vistos como peças adicionais dispensáveis.

Apesar de desprezados, esses componentes podem fazer uma grande diferença no que diz respeito ao conforto proporcionado por uma máquina. Embora o mercado esteja inundado de produtos baratos que nos dão a ilusão de que todos os periféricos são iguais entre si, basta utilizar um dispositivo de qualidade para ver que a história não é exatamente essa.

Neste artigo, vamos explicar os motivos pelos quais investir em um teclado mecânico muitas vezes pode se mostrar uma escolha melhor para aumentar seu nível de conforto do que fazer um upgrade no hardware de seu PC. Especialmente para quem gosta de jogar ou usa o computador como ferramenta de escrita, um dispositivo do tipo pode virar rapidamente uma parte essencial de sua vida.


Convencional x Mecânico


A maioria dos teclados encontrados no mercado atualmente possui três camadas plásticas combinadas entre si que estão localizadas logo abaixo de seus botões. Quando a parte superior e a parte inferior desse material se conectam (quando você digita algo), elas enviam um sinal elétrico ao computador que indica qual letra, numeral ou símbolo deve aparecer na tela.

Já a camada central desse material possui um pedaço de borracha ou silicone em fórmula de cúpula que não só é responsável por fazer a ligação entre as demais partes, como providencia a resposta tátil que você sente ao apertar uma tecla. Tecnicamente, um teclado convencional opera usando os mesmos conceitos vistos em controles remotos ou nos controladores de fornos micro-ondas.
O interior de um teclado convencional
 (Fonte da imagem: 
Reprodução/Wikimedia Commons)

Em contrapartida, teclados mecânicos substituem essa película de borracha por molas ou outros mecanismos mecânicos. Isso se traduz em um retorno mais rápido das teclas à sua posição original e em uma redução na força necessária para digitar, já que os botões providenciam uma resposta tátil mais aguçada que vem acompanhada de um sinal sonoro bastante perceptível — o famoso “clique” que lembra o som produzido por máquinas de escrever.

Dispositivos do tipo também empregam uma camada de resina eletrônica recoberta por material condutor (cobre), o que permite que diversas teclas sejam pressionadas e registradas ao mesmo tempo. Esse feito, conhecido como “anti-ghosting”, possibilita digitar rapidamente sem que uma letra seja “perdida” acidentalmente, também se mostrando importante para jogos eletrônicos nos quais é preciso inserir diversos comandos em sequência.


Barulhentos? Depende de quem usa


Uma das principais críticas feitas aos teclados mecânicos é o fato de, quando comparados a dispositivos convencionais, eles produzem uma quantidade de barulho bastante acentuada. Embora isso não seja exatamente um problema quando o acessório é utilizado em um ambiente solitário, isso pode resultar em severos incômodos em locais que são divididos com outras pessoas, como escritórios e salas de aula.

Vale notar que o nível de ruído provocado por um dispositivo do tipo pode variar bastante dependendo da técnica de digitação de cada pessoa. Testes conduzidos pelo site PC World mostram que é possível que alguém com “dedos pesados” faça mais barulho em um teclado com película plástica do que outra pessoa que utiliza um dispositivo mecânico.

No entanto, é preciso aceitar que o “clique” de um acessório do tipo dificilmente vai passar despercebido. A única maneira de minimizar esse problema é escolher um tipo de keyswitch que se adapte tanto à maneira como você gosta de digitar quanto aos objetivos para os quais o produto será direcionado.

A tendência natural é que o volume provocado por um acessório do tipo diminua conforme você o utilize e se acostume com suas características únicas. Ao perceber que é preciso se esforçar menos para acionar um botão, tendemos a realizar movimentos de maneira mais delicada, o que diminui o “clique-clique” típico desses aparelhos. Só não espere que as pessoas a seu redor tenham paciência para aguentar o barulho enquanto você passa por esse processo de adaptação.

Preço: o grande vilão


O grande problema relacionado aos teclados mecânicos é o preço elevado que esses aparelhos possuem tanto no Brasil quanto no exterior. Enquanto nos Estados Unidos os modelos básicos não saem por menos de US$ 100, em território nacional o valor médio cobrado por dispositivos mais simples é de R$ 250.

Já os modelos que se dizem especializados em jogos eletrônicos podem custar ainda mais à sua carteira. O Steelseries 7 G, um dos produtos mais conhecidos e elogiados da categoria, chega a custar mais de R$ 500 em lojas especializadas — valor semelhante àquele cobrado pelos diferentes modelos do Razer BlackWidow.

Dessa forma, é preciso pensar em um teclado mecânico da mesma forma como pensamos em novas placas de vídeo ou em chips de memória RAM de nova geração, tarefa que se torna bastante difícil quando se leva em consideração que basta entrar em uma loja de informática qualquer para se deparar com acessórios cujo preço é um décimo daquele cobrado por um produto do tipo.

Vale notar que o preço elevado se traduz não só em um dispositivo mais preciso e veloz, mas também em algo mais resistente e duradouro. Enquanto um teclado convencional costuma apresentar problemas após você pressionar suas teclas 5 milhões de vezes, em média, um dispositivo mecânico é capaz de resistir a cerca de 50 milhões de pressionamentos — ou seja, em vez de ter que comprar um teclado barato a cada ano, você pode usar uma quantia semelhante de dinheiro para comprar um acessório que vai funcionar muito bem durante mais de uma década.

Vale a pena adquirir um?


Decidir pela compra de um teclado mecânico tem tanto a ver com a maneira como você utiliza o computador quanto com o que você espera de um bom acessório. Caso sua máquina seja usada principalmente para navegar por redes sociais e conferir rapidamente emails, adquirir um acessório do tipo se mostra dispensável.

No entanto, quem costuma utilizar o computador para escrever (seja para o trabalho, pesquisas escolares ou textos em blogs) deve achar o investimento em um teclado mecânico bastante válido. Não só um dispositivo do tipo permite que você digite mais rápido, como há a tendência de que seu número de erros ortográficos caia depois de certo tempo de uso.

A lógica por trás disso é bastante simples: graças às respostas tátil e sonora aguçadas, esse tipo de teclado permite que você acione teclas com menos esforço, o que se reflete em uma maior velocidade de escrita. A diminuição no número de caracteres repetidos se deve tanto à combinação desses elementos quanto ao efeito “anti-ghosting” dos aparelhos, que registram tudo aquilo que você digita sem que nenhum elemento seja “comido” acidentalmente.

Isso se mostra especialmente importante para jogadores que têm o PC como sua principal plataforma de jogos eletrônicos. Games como Torchlight II, Diablo 3, MMOs e MOBAs em geral (ou qualquer título que utilize vários atalhos) podem ser melhor aproveitados com o auxílio de um teclado mecânico capaz de registrar corretamente todos os comandos feitos por uma pessoa, por mais velozes que sejam seus dedos.

Infelizmente, só é possível sentir os benefícios proporcionados por um bom teclado mecânico depois de utilizá-lo durante algum tempo, algo que nem sempre é possível. No entanto, caso você possa ter essa experiência, não pense duas vezes antes de aproveitá-la — são grandes as chances de que após isso você nunca mais queira saber dos dispositivos que utilizam películas plásticas para funcionar.

Fonte: tecmundo


segunda-feira, 22 de julho de 2013

Por que a capacidade do HD e da memória RAM está diferente?

Muitas pessoas, especialmente na aquisição de um equipamento novo no qual os discos rígidos e as memórias são de maior capacidade, acabam se perguntando por que o Windows mostra um tamanho menor do que (supostamente) deveria para estes componentes.
No caso do disco rígido, a resposta para esta questão é simples: a diferença está nos padrões de medida utilizados para quantificar essa capacidade. Para saber a capacidade real de seu disco rígido, é necessário verificar se a unidade de medida que foi utilizada para representar sua capacidade estava em base binária ou decimal.

Como assim?


Para exibir unidades de capacidade de armazenamento, dois sistemas numéricos podem ser usados: o binário, cujo valor de um kilobyte é igual a 1.024 bytes, e o decimal, no qual um kilobyte é igual a 1.000 bytes. Para ilustrar melhor, veja a tabela comparativa de unidades abaixo:

UnidadePotência BináriaValor BinárioPotência DecimalValor Decimal
Kilobytes (KB)2101.0241031.000
Megabytes (MB)2201.048.5761061.000.000
Gigabytes (GB)2301.073.741.8241091.000.000.000
Terabytes (TB)2401.099.511.627.77610121.000.000.000.000

O padrão adotado pelos principais fabricantes para representar a capacidade de armazenamento é o sistema decimal. Apesar de se ter mais bytes no sistema binário, a representação no sistema decimal de um GB mostra uma capacidade maior.
Por exemplo, em um disco rígido de 10,24 GB podem ser mostrados somente 9,85 GB; 80 GB de espaço (em notação decimal) equivale a 74,51 GB em base binária. E quanto maior a capacidade, maior será essa diferença.
Por que a capacidade do HD e da memória RAM está diferente?
Outra possível causa para isso é existirem partições no disco rígido com dados não alocados. Para verificar essa possibilidade, acesse o seguinte caminho: Painel de Controle > Ferramentas Administrativas > Gerenciamento do Computador > Gerenciamento de disco. Nessa tela, será exibida a capacidade exata do seu disco, inclusive as partições.


E no caso da memória RAM?


Quando o assunto é a memória RAM, pode haver mais de um motivo para isso. Um deles pode acontecer caso você utilize uma placa de vídeo integrada (on board), pois ela consome a capacidade de memória especificada para esse componente diretamente da memória RAM do computador.
Por que a capacidade do HD e da memória RAM está diferente?
(Fonte da imagem: Intelligenceunited)
No caso de uma memória RAM com tamanho de 4 GB, em algumas versões do Windows (quando em relação a um sistema operacional de 32-bits), o máximo suportado é de 3,25 GB. Portanto, o sistema não consegue utilizar toda a capacidade instalada, reconhecendo seu valor máximo.


Fonte: Tecmundo

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Como dominar seu computador por meio da tecla Control


Se você é uma pessoa mais experiente na utilização de computadores, já sabe que é possível utilizar diversos atalhos para ativar comandos de maneira mais rápida e prática através de vários programas, como o seu navegador, o Photoshop ou o Word — o famoso “Alt + F4” é um dos grandes exemplos disso.

No entanto, nem todo mundo sabe que a tecla Control (ou Ctrl, se você preferir) também pode ser usada para ativar muitos tipos de atalhos que vão facilitar o seu trabalho no computador. Dessa maneira, você pode escrever de modo mais eficiente ou até mesmo criar apresentações de slide mais precisas, por exemplo.

Pensando nisso, o Tecmundo preparou uma lista para você que deseja aprender a utiliza o Ctrl de maneira mais eficiente e “controlar” tudo o que está no seu Windows. Você já está curioso? Então, continue lendo este artigo para descobrir alguns dos segredos que o seu teclado estava guardando.

Realmente utilize o PC


Apesar de a grande maioria das pessoas utilizar o mouse para utilizar o computador, esse periférico nem sempre é necessário para acessar todas as funções do seu computador. Por conta disso, abaixo você pode conferir atalhos que permitem o uso da sua máquina de maneira bastante eficiente.

  • Ctrl + Esc – permite que você abra o menu Iniciar e comece a utilizar os programas do seu computador.
  • Ctrl + Shift + Esc – você vai acessar o Gerenciador de Tarefas, podendo, entre outras coisas, fechar qualquer atividade que esteja atrapalhando o funcionamento do PC.
  • Ctrl + Tab — avança para a próxima aba do seu navegador e de outros programas que trabalhem com guias internas.
  • Ctrl + Shift + Tab — tem a mesma função do atalho anterior, mas você vai “caminhar” da direita para a esquerda.
  • Ctrl + arrastar um item — ao fazer isso, você vai copiar o arquivo arrastado para onde quiser.
  • Ctrl + Shift + arrastar um item — dessa maneira, você vai criar um atalho para o arquivo ou programa em questão.
  • Ctrl + F4 — este comando, assim como o que é usado com o “Alt”, também tem a função de fechar as janelas dos programas que você está utilizando.

“Truques” comuns para programas


Como dominar seu computador por meio da tecla Control 
(Fonte da imagem: Shutterstock)
Como já era de se esperar, você pode utilizar a tecla Control para desempenhar diversas funções dentro dos seus softwares — tanto que alguns deles são de conhecimento geral, como você vai conferir a seguir.

  • Ctrl + C — copiar;
  • Ctrl + V — colar;
  • Ctrl + Z — desfazer última ação;
  • Ctrl + X — recortar;
  • Ctrl + A — seleciona todos os itens da página;
  • Ctrl + F — busca por qualquer termo que você quiser;
  • Ctrl + F12 — abrir novos documentos;
  • Ctrl + W — fecha a página atual de qualquer programa.


Úteis, mas um pouco específicos


Na listagem anterior, você conferiu comandos que podem servir para praticamente qualquer tipo de programa. Já, abaixo, você vai conhecer alguns atalhos que são mais específicos e funcionam para apenas um software — ou apenas para ferramentas do mesmo gênero, por exemplo.

  • Ctrl + D — em navegadores, adiciona o site em questão aos Favoritos;
  • Ctrl + H — abre o seu histórico de navegação nos seus browsers;
  • Ctrl + N — abre janelas novas do navegador usado no momento;
  • Ctrl + setas da esquerda ou direita — em editores de texto, transita entre palavras inteiras;
  • Ctrl + setas para cima ou para baixo — em editores de texto, permite que você vá de um parágrafo para o outro;
  • CTRL + Backspace — apaga palavras inteiras;
  • Ctrl + setas — em programas gráficos, como o Power Point, faz linhas retas ou move imagens frame por frame.
....
Depois de ler todos estes atalhos, é bem provável que você consiga manusear o seu computador de maneira eficiente utilizando atalhos que envolvam a tecla Control. É claro que não há como abranger os comandos de todos os programas, pois eles são muito específicos, mas, se você conhecer outra dica útil, deixe o seu comentário.

Fonte: Tecmundo

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Como saber se alguém está roubando minha internet Wi-fi?


Sua internet está lenta e acha que tem algum “penetra” utilizando sua sagrada conexão? Desconfia do seu vizinho e sua cara de inocente? Seus problemas acabaram! Vamos ver alguns métodos e passos para descobrir se você está ou não está sozinho...

Luzes do Roteador

Esse método não é o mais eficaz e preciso, mas pode lhe dar um primeiro diagnóstico, caso sua conexão esteja sendo usada de forma excessiva. As luzes do roteador piscam conforme os dados vão trafegando pela sua internet. Ou seja, quando a internet está sendo utilizada, as luzes piscam para sinalizar movimentação de dados. Desligue todos os aparelhos que utilizam a internet em sua casa e analise o roteador.
Se as luzes continuarem piscando, pode ser que alguém esteja usando sua conexão. Mas dependendo da quantidade de banda que seu vizinho estiver usando, existe a possibilidade de serem quase imperceptíveis as piscadas. Ou seja, a análise terá que ser mais profunda.

Acesso ao roteador

O método um pouco mais complexo é acessar o seu roteador para ver, diretamente na raiz, quem está conectado e utilizando conexão. Para isso faça o seguinte: segure o botão “Windows” de seu teclado e aperte a letra R. Irá aparecer uma pequena janela. Digite cmd nela, conforme imagem abaixo. Clique em OK.
Será aberta uma janela preta, do promt de comando do Windows. Digite agora ipconfig e aperte Enter. Serão exibidas várias informações. Localize o campo “Gateway Padrão” e veja seu número:
Digite esse número no seu browser de internet para acessar o roteador. No Painel de Controle, você deve procurar por alguma opção em Status ou Wireless, ou até mesmo “My network”, “Device List”, “Attached Devicesque mostre os computadores que estão conectados. Será algo semelhante a imagem a seguir:
Você não tem como saber quem é quem logo de cara, mas saberá se existe algum usuário a mais na casa. Para saber o endereço MAC de seus dispositivos, vá novamente no prompt de comando (a janela preta) e digite dessa vez ipconfig /all. O MAC está identificado como Endereço Físico.
Compare esse endereço com os endereços que estão usando banda conforme sua listagem dentro do roteador. Assim você poderá saber se existe um visitante indesejado.

COMO ME PROTEGER?

Chegou a conclusão de quem realmente tem um espertinho utilizando sua internet? Acha que está seguro mas quer garantir que ninguém dê as caras? Você tem várias opções:
Coloque/Melhore sua senha:
Localize no seu roteador (na parte de Segurança ou semelhante) a opção onde você configura sua senha. Utilize a criptografia WPA2-AES ou semelhante. Tente misturar letras maiúsculas, minúsculas e números em sua senha, além de não indicar nada de sua vida pessoal. Isso vai garantir a segurança da sua conexão.
Filtro por MAC:
Você pode configurar seu roteador para que permita somente a conexão de determinados endereços físicos (MAC). Procure as configurações de seu modem e localize as opções de filtro por MAC. Cadastre todas suas máquinas e deixe a configuração salva. Assim, nenhum ladrão vai poder utilizar sua banda.
Fonte: Oficinadanet

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

10 dicas para melhorar o sinal da sua rede Wi-Fi


Hoje em dia, é difícil imaginar um computador em casa sem acesso à rede via Wi-Fi, pois a maioria das pessoas já prefere o uso de notebooks pela comodidade e praticidade. Outro fator importante são os smartphones: quem utiliza esses aparelhos sabe que não é possível confiar nas redes 3G o tempo todo, e a primeira oportunidade de pular para o Wi-Fi é sempre bem-vinda.
O problema é que algumas vezes esse tipo de conexão pode apresentar problemas. Seja por interferências de outros equipamentos, pelo mau posicionamento do roteador ou até mesmo pela baixa qualidade do aparelho.
A seguir, vamos conhecer 10 dicas muito boas para resolver de vez todos os problemas que você possa ter com o Wi-Fi.
10 dicas para melhorar o sinal da sua rede Wi-Fi (Fonte da imagem: Divulgação/Cisco)

1. Mantenha seus equipamentos atualizados

Assim como todos os equipamentos eletrônicos e tecnologias, a Wi-Fi está em constante evolução, portanto, sempre que puder, você deve atualizar os seus aparelhos para garantir sempre mais velocidade e confiabilidade na transmissão de dados.
Existem quatro padrões IEEE 802.11 para redes sem fio atualmente: A, B, G e N. Enquanto o padrão B transfere os dados com até 11 Mbps de velocidade, os padrões A e G conseguem transmitir informações em até 54 Mbps. O mais moderno é o formato N, que consegue enviar e receber dados em até 600 Mbps.
Para conseguir atingir velocidades maiores de transmissão, você precisa ter um roteador que seja capaz de transmitir no padrão N e uma placa de rede compatível com esse formato. As placas de rede mais antigas podem ser substituídas com facilidade. Já os roteadores  precisam ser trocados por modelos mais novos.

2. Posicione o seu roteador no melhor lugar possível

Mesmo que o seu roteador não combine com a decoração de sua sala de estar, não é aconselhável que você o esconda atrás de algum móvel. É extremamente importante que ele fique posicionado em um local alto e completamente livre de obstáculos. Afinal de contas, ele é um transmissor de sinal e precisa de espaço.
O ideal é deixar o equipamento no local mais central de sua casa, assim você garante a melhor cobertura de sinal possível até nos cantos mais distantes. Outra dica importante é manter o aparelho em um lugar alto, como em cima de alguma prateleira, ou preso na parede mesmo.
Algo que muitas pessoas fazem ao perceber que o sinal está fraco é posicionar as antenas do roteador em direção ao local em que você está. Isso é completamente errado, afinal de contas, o roteador não é uma antena de TV. Portanto, para garantir a qualidade do sinal, deixe sempre as antenas do aparelho apontadas para cima.

3. Procure um canal de transmissão que esteja liberado

Os roteadores transmitem ondas de rádio e, para que o sinal possa trafegar sem problemas, ele precisa de um canal de comunicação que não interfira em outros aparelhos.
Como hoje em dia quase todo mundo possui um equipamento desses em casa, é normal que existam conflitos, principalmente se eles utilizarem o mesmo canal de transmissão.
Mas como descobrir qual o canal mais adequado para utilizar? Existe um programa para aparelhos Android muito eficiente chamado Wi-Fi Analyser que pode responder essa pergunta. Após descobrir qual dos canais está sendo menos utilizado, reprograme o seu roteador e aproveite o sinal de rede muito mais estável.
10 dicas para melhorar o sinal da sua rede Wi-Fi (Fonte da imagem: Reprodução/Baixaki)

4. Livre-se de aparelhos que causam interferência

Além de outros roteadores próximos, existem diversos outros equipamentos que podem causar interferência em sua rede. Telefones sem fio e fornos de micro-ondas estão entre os principais responsáveis por isso.
10 dicas para melhorar o sinal da sua rede Wi-Fi (Fonte da imagem: iStock)
Para evitar esse problema, você pode adquirir aparelhos de telefone ou roteadores com frequências diferentes. Caso instalar novos equipamentos não seja uma opção, simplesmente posicioná-los longe um do outro pode resolver os problemas na maioria dos casos.

5. Aumente a segurança de sua rede e livre-se dos ladrões de sinal

Mesmo que o seu roteador já tenha uma senha cadastrada, pode ser que ela seja muito simples e algum vizinho oportunista esteja roubando o sinal de sua rede, deixando-a lenta. A melhor maneira de evitar que esse tipo de coisa aconteça é escolher um padrão de segurança mais avançado, como o WPA.
A senha deve ser de difícil acesso, sempre misturando letras e números. Assim como todos os códigos de segurança, você deve mudá-lo frequentemente. Para evitar que outras pessoas identifiquem a sua rede e possam tentar “adivinhar” a senha, evite usar nomes que indiquem de onde é o sinal, como “Wi-Fi do fulano”. 
10 dicas para melhorar o sinal da sua rede Wi-Fi (Fonte da imagem: iStock)
Uma última medida, um pouco mais radical, é limitar o número de conexões ao seu roteador pelo endereço MAC da placa de rede. Funciona assim: o acesso ao equipamento fica completamente bloqueado, a não ser para o código MAC que você liberou, no caso, o seu notebook ou smartphone, por exemplo.
Essa é uma boa medida de segurança, mas pode ser um incômodo ter que adicionar o MAC de cada amigo seu que vá visitar a sua casa e precise utilizar a sua rede.

6. Controle aplicativos que sequestram toda a banda

Programas de download, como BitTorrent, jogos online ou streaming de vídeo podem comprometer muito o sinal de sua rede Wi-Fi. Se em sua casa várias pessoas compartilham a mesma rede, é possível que uma máquina esteja consumindo a maior parte da banda e limitando o uso para os outros computadores.
Para resolver esse problema, você pode utilizar uma ferramenta presente em quase todos os roteadores Wi-Fi, que é o QoS (Quality of Service ou simplesmente Qualidade de Serviço).
O que o QoS faz é priorizar a transferência dos dados por protocolos, ou seja, você pode colocar chamadas em vídeo na frente do Torrent  ou, se você quiser, pode bloquear completamente algum programa.

7. Aumente o sinal do seu Wi-Fi com truques caseiros

Se nenhuma das alternativas anteriores funcionou, você pode tentar modificar a antena do seu notebook ou roteador. Existem diversas maneiras simples de amplificar o sinal de sua rede Wi-Fi.
Você pode simplesmente comprar uma antena mais nova e mais potente ou seguir esta dica do Tecmundo e amplificar o sinal de sua rede utilizando uma forma de bolo. Nós já fizemos essa experiência e já nos certificamos de que ela funciona mesmo.
10 dicas para melhorar o sinal da sua rede Wi-Fi (Fonte da imagem: Tecmundo)

8. Aumente a intensidade do sinal de seu roteador hackeando o aparelho

Talvez hackear seja um termo exagerado, uma vez que você vai simplesmente reinstalar um novo firmware no roteador. O firmware é como se fosse o sistema operacional do equipamento, controlando todas as suas funções.
Existe uma configuração que costuma resolver muitos dos problemas de sinal, que é o aumento da potência das antenas. Infelizmente, poucos roteadores trazem essa opção de fábrica, pois ela pode danificar a máquina, já que a intensidade do sinal aumenta em troca da sobrecarga em alguns componentes. Mas, se você já tentou de tudo e não obteve sucesso, por que não tentar essa modificação?
Existem firmwares modificados que podem transformar o seu equipamento antigo em uma verdadeira máquina cheia de recursos modernos, entre eles, a possibilidade de amplificar o poder das antenas e outras modificações. Os mais conhecidos são o DD-WRT e o Open-WRT. Apesar de a instalação desses sistemas ser um pouco complicada, no final o processo acaba valendo a pena.
10 dicas para melhorar o sinal da sua rede Wi-Fi

9. Transforme o seu antigo roteador em um repetidor de sinal

Se algum cômodo de sua casa não consegue receber sinal adequadamente, você pode colocar um roteador antigo no meio do caminho para amplificar o alcance da rede. Infelizmente, nem todos os roteadores trazem essa função de fábrica.
A boa notícia é que quase qualquer roteador comum pode ser um repetidor de sinal. Para fazer isso, você pode instalar o DD-WRT, como já foi mencionado anteriormente. Depois de modificar o aparelho, basta configurar o equipamento para que ele retransmita o sinal do primeiro roteador.

10. Programe o seu roteador para que ele reinicie esporadicamente

Muitas vezes o roteador pode travar por causa do aquecimento. Para restaurar a “sanidade” do equipamento, você pode reiniciar ele de tempos em tempos manualmente.
Isso é outra vantagem de nosso amigo DD-WRT. Com ele, você pode mandar seu roteador reiniciar todas as noites, por exemplo.  Isso é muito prático se ele ficar em um local de difícil acesso.
Fonte: Lifehacker


quinta-feira, 5 de julho de 2012

Dicas surpreendentes para consertar o celular danificado


Caiu na água, riscou a tela ou a bateria parou de funcionar? Descubra como reavivar seu aparelho!

Quantas vezes você perdeu um celular porque o deixou cair na água ou a bateria simplesmente pifou? Acidentes vivem acontecendo e nem sempre nos melhores momentos, já que para comprar um novo aparelho é necessário desembolsar uma graninha. Pensando nisso, a Pitzi, empresa especializada em aparelhos celulares, divulgou três dicas valiosas que podem te ajudar na hora destes incidentes.



Se seu celular caiu na piscina, molhou na chuva ou você deixou derrubar alguma bebida no aparelho, não se desespere, talvez você consiga reavivar seu dispositivo com esta dica. Primeiro de tudo, tire a bateria e seque o aparelho o máximo que der. Depois, deixe o celular e a bateria em um reservatório coberto com arroz por, pelo menos, uma noite. O arroz vai sugar a água que está no dispositivo, obviamente se não for um dilúvio e, com isso, ele volta a funcionar como antes. Lembre-se de não tentar secá-lo com nada que produz calor como secadores e microondas, pois este calor pode acabar com o seu celular.



Já se você riscou seu celular por ter deixado cair ou tê-lo deixado próxima de alguma chave, por exemplo, a dica é simples: use pasta de dente. Com um cotonete ou pedaço de algodão, passe uma pequena (pequena mesmo!) quantidade de pasta de dente sobre os riscos em movimentos circulares. Se os riscos não forem muito profundos, eles irão desaparecer ou pelo menos diminuir. Ao terminar, passe um pano levemente úmido e retire o excesso da pasta. Não exagere na quantidade da pasta e nem na umidade do pano, pois as telas, principalmente são supersensíveis.



Por fim, caso seu celular não esteja carregando a bateria, a sugestão é usar uma borracha. Muitas vezes os contatos da bateria estão sujos e bastaesfregar uma borracha comum suavemente nas áreas de contato para que ela volte a funcionar.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Guia: Como escolher o projetor ideal para cada tipo de ambiente

Saiba o que levar em conta ao comprar um projetor para sua casa ou para sua empresa




Já faz algum tempo que os projetores saíram do mundo corporativo e entraram no dia a dia de muitas pessoas, seja na escola ou em casa. Junto a essa popularização, vieram também novas tecnologias como alta definição de imagem, reprodução em 3 dimensões e até luzes de LED. E aí, como escolher o melhor entre tantas opções?

Segundo o especialista em projetores Paulo Sérgio Correia, da Personal Video Service, existem algumas perguntas necessárias de se fazer antes de encontrar o projetor ideal: qual espaço tenho disponível, como é a iluminação deste local, quantas pessoas terão de ver a imagem projetada (em média), e qual será o principal uso. Diante destas questões, conseguimos saber se é necessário um projetor multimídia ou home theater para o espaço. Além disso, é possível saber o tamanho médio do display, a quantidade de lumens necessários, a taxa de contraste, brilho e resolução adequada. 

"Os projetores multimídia são melhores para escolas e empresas, pois normalmente, nesses ambientes não há luz controlada. Por isso, é necessário mais brilho. Mas, por outro lado, dispensa-se tanta resolução", comenta. Já o home theater é mais comum em casas e eventos, uma vez que nestes ambientes, geralmente, são vistos vídeos e fotografias. "Nestes lugares é preciso melhor resolução, porém, não é necessário tanto brilho, porque é comum que estes ambientes tenham luz controlada, uma vez que foram feitos para isso", explica.

É possível encontrar no mercado projetores com 200 (mini projetores) até 20 mil lumens, sendo que estes mais poderosos (acima dos 10 mil lumens) são usados apenas em grandes eventos. De 500 a 1000 lumens requerem um ambiente bastante escuro e uma distância pequena da parede até ele, enquanto os projetores com 1000 a 2000 lumens são capazes de exibir boas imagens mesmo em ambientes um pouco mais claros. Acima dos 3000 lumens não é preciso que o ambiente seja escurecido. 

Junto com a luminosidade, é recomendável checar se o aparelho tem uma boa taxa de contraste. Quanto maior essa taxa, melhor. Prefira projetores que tenham, pelo menos, contraste de 500:1. Uma taxa de 1000:1, por exemplo, significa que o branco é mil vezes mais claro que o preto. Ou seja, um projetor com alta taxa de contraste consegue produzir uma variação maior de cores e mais detalhes do que um com baixa taxa.

Vale lembrar também que a luminosidade diminui à medida que o projetor fica mais longe da área de exibição. Se o contrário for feito, a imagem fica com mais brilho. Por essa razão, os projetores geralmente indicam em seus manuais as distâncias máximas e mínimas com as quais trabalham.

Já a resolução de um projetor é medida em pixels e quanto maior, mais clara e definida a imagem será. Para se ter ideia, uma resolução de 1024 x 768 é uma das mais baixas, mas pode ser suficiente se você vai exibir slides em sala de aula (esse tipo de imagem, normalmente, não precisa de tantas linhas de definição). Já para quem quer muitos detalhes, há até mesmo projetores HD no mercado, capazes de exibir vídeos em ótima qualidade.

Em relação às lâmpadas, Paulo lembra que a duração média é de 1500 a 2000 horas - o suficiente para cerca de 2 anos de uso, em média. O tipo de lâmpada utilizada também influencia a quantidade de lumens projetada, pois alguns modelos, quando chegam à metade de sua vida útil, projetam apenas 50% da capacidade máxima do projetor.

No geral, é importante ter em mente as seguintes características: quanto maior o brilho, maior a flexibilidade com a iluminação do ambiente. Quanto maiores o contraste e a resolução, melhor a qualidade da imagem. As conexões de som e vídeo também são importantes para garantir a performance da experiência proporcionada por esses aparelhos. Além disso, o peso do projetor, caso você precise carregá-lo para vários lugares, e o barulho que ele gera também merecem atenção.

Para facilitar na hora da compra, selecionamos alguns modelos e os dividimos em grupos que se adequam melhor a certos ambientes. Tem projetor para uso empresarial, que projeta imagens de diversos dispositivos diferentes, projetor de curto alcance, que pode ser utilizado em uma distância de apenas 40 centímetros e outros com variados recursos e funcionalidades. Veja nas próximas páginas.





Empresarial ou educacional:

- Epson PowerLite 450Wi

O projetor consegue reproduzir imagens a 80 centímetros de distância, permitindo maior conforto do palestrante, pois a luz não incide diretamente em seus olhos, bem como não gera sombra na projeção. A caneta tem a função de um mouse e funciona por meio de infra-vermelho. Ela "conversa" com o projetor, que faz a interface com o computador e aciona os comandos como se fosse a tela da própria máquina. Tudo o que foi escrito na projeção pode ser impresso e se tornar um relatório com anotações ou exercícios para alunos fazerem em casa. O aparelho reproduz imagem de até 96 polegadas com qualidade de 2500 lumens e vem com microfone e alto-falante com potência de 10 Watts. Além disso, pode ser controlado à distância, por meio do software EasyMPMonitor, permitindo ligar e desligar o projetor, enviar mensagem padrão para todos os projetores da rede, como o fim de uma aula, no caso de uma escola. O projetor sai por R$ 7.999.

Reprodução

- Vivitek D510

O projetor é ideal para ser usado em apresentações e conferências, pois possui entrada HDMI e VGA que podem ser utilizadas simultaneamente. Outra característica do produto é que ele é capaz de projetar imagens de DVD, Blu-Ray, aparelhos de videogame, netbooks, laptops, tablets, smartphones, câmeras digitais e televisores. Além disso, ele possui um sistema de desligamento rápido que resfria a lâmpada em menos de trinta segundos. A imagem, por sua vez, tem potência de 2600 lumens, o que permite uma imagem brilhante e boa qualidade mesmo em ambientes claros. O projetor custa R$ 1.599, possui resolução máxima de 1600x1200 e a duração das lâmpadas é estimada em 4000 horas. Ele ainda está preparado para 3D, projeta imagens de 1 a 10 metros e pode ser operado por controle remoto infravermelho.

Reprodução

- Epson PowerLite X14 (foto abaixo) e PowerLite W12
ReproduçãoO projetor da Epson tem maior potência (cerca de 3.000 lumens), o que proporciona uma imagem com mais brilho tanto em salas escuras ou iluminadas. A resolução é de 1024 x 768 e há entrada HDMI e porta USB. Todos os projetores da marca trabalham com tecnologia 3LCD, desenvolvida pela própria Epson, e possuem lâmpada E-TORL de alto rendimento, que oferecem até 5.000 horas de vida útil. Outro ponto positivo é que este projetor permite controlar apresentações por meio da projeção de imagens e reprodução de áudio, ao conectar um cabo USB do PC para o projetor. É possível realizar apresentações em JPG sem estar conectado a um PC, simplesmente conectando um dispositivo de memória USB ao projetor. O preço deste modelo está em torno de R$2.199. Já a versão W12 tem caixa de som incorporada de 2 Watts, o que facilita apresentações em ambientes maiores, potência de 2.800 lumens e, além das entradas já citadas no modelo anterior, possui conectividade HDMI. O Powerlite X14 sai por R$ 2.199 e o W12 por R$ 2.499.








Projetor sustentável

- BenQ LX60ST

O projetor utiliza tecnologia BlueCore, que possui eficiência energética e melhor desempenho de projeção. Apesar da tecnologia 3D e a potência de 2000 lumens, o aparelho possui 10 mil horas de uso de lâmpada no modo normal e 20 mil horas de uso no modo econômico. Há ainda uma tecnologia, chamada de SmartEco, que determina automaticamente o brilho e o contraste ideais em uma projeção, dependendo da fonte de entrada utilizada. Além do lado ecológico, o LX60ST tem um design diferenciado e proporciona aos usuários a flexibilidade para configurar o projetor a 360°, ou seja,  na posição e forma que o usuário desejar, otimizando assim, o uso do espaço onde está acontecendo a projeção. Por ser livre de mercúrio, o projetor é uma escolha totalmente verde. O aparelho será lançado no mercado no fim do semestre.

Reprodução 



Projetor de curto alcance

- Vivitek D795WT

Nem sempre há espaço suficiente em uma sala para fazer projeções, portanto, é necessário ir em busca de aparelhos de curto alcance. Este modelo em questão é capaz de gerar uma tela de cerca de 90 polegadas a uma distância de 40 centímetros. A imagem é refletida de um espelho para a parede, o que elimina a necessidade de grandes distâncias. Com potência luminosa de 3000 lumens, o projetor possui diversas entradas de vídeo, como HDMI v1.3, vídeo composto, padrão e duas portas VGA. Projeta imagens a partir de DVD e Blu-ray players, computadores, filmadoras ou câmeras fotográficas e aparelhos de vídeo-game. Seu preço médio é R$ 7.490.

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Mini projetores e projetores para dispositivos portáteis

- Vivitek QUMI

Apresentado na CES deste ano, o mini projetor mede 16 cm e pesa 635 gramas. Ele cabe no bolso, mas consegue projetar imagens em HD. O produto tem lâmpadas de LED, possui 30 mil horas de vida útil, potência de 300 lumens e consegue exibir imagens em uma tela de até 90 polegadas. O aparelho possui diversas entradas de vídeo e projeta imagens a partir de periféricos como pen drives, iPod, tablets, smartphones, notebooks, câmeras digitais, DVD, Blu-ray e consoles de videogame. O preço sugerido é R$ 1.999.

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- BenQ Joybee GP2

O modelo traz uma série de recursos que vão desde um dock compatível com iPhone/iPod até dois alto-falantes estéreos de 2W. O dispositivo pesa 560 gramas e dispensa o uso de PC ou notebook, pois reproduz imagens de pendrive e outros aparelhos. A projeção exibe uma tela de até 160 polegadas e, com um recurso "plug’n play", os usuários podem compartilhar vídeos, fotos e jogos com sua família e amigos a qualquer hora e lugar. O aparelho possui bateria extra, oferecendo três horas de imagem, e pode ser encontrado por cerca de R$ 1.999.

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- Epson Presenter i+

O Presenter i+ permite que os consumidores possam ver em uma tela grande apresentações, compartilhar fotos e vídeos e desfrutar do conteúdo armazenado em seus dispositivos portáteis. Também é possível projetar com facilidade, mostrar ou carregar o conteúdo de um iPod, iPhone ou iPad; assim como permite compartilhar imagens de alta qualidade a partir de uma grande variedade de dispositivos, incluindo PCs, tablets, consoles de jogos, Blu-ray e outros. O aparelho pode ser adquirido por R$ 2.999.

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Ideal para home theater ou home cinema, o projetor reproduz imagens de até 300 polegadas com total saturação de cor, taxas altas de luminosidade e resolução nativa Full HD 1920 X 1080 pixels. Seu preço está em torno dos R$ 5.000, valor bastante similar das televisões de 50 polegadas disponíveis no mercado. Apesar do desempenho, o aparelho pesa 3,5 kg e mede 33 centímetros. Ainda tem duas entradas HDMI, VGA e outras portas. O equipamento projeta imagens de DVD, Blu-ray, computadores, câmeras fotográficas, filmadoras e consoles de videogame.

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Eventos e grandes projeções

- Epson PowerLite G5900 R$8.900

O diferencial do projetor é que suas imagens são nítidas como de cinema devido ao seu processamento que cria até 60 quadros por segundo. Além disso, ele trabalha com a potência de 5.200 lumens graças à tecnologia 3LCD da fabricante (descrita nos itens anteriores) e possui entrada HDMI, VGA, RCA e outras. O equipamento projeta imagens de 30 a 300 polegadas a distâncias de 83 centímetros até 13,85 metros. O preço sugerido do aparelho é de R$ 8.900.

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fONTE: olhardigital.